
O Festival Arte Serrinha é, há mais de 20 anos, um espaço de livre criação e difusão da arte, de encontros, experimentação de linguagens e nascedouro de ideias sobre temas relevantes para a sociedade.
Em 2026, o tema “Portunhol Selvagem” inspira a programação e evoca os encontros culturais latino-americanos, propondo uma criação a partir da mistura de línguas, territórios e imaginários. A ideia reflete uma linguagem híbrida, em constante transformação, marcada por trocas e atravessamentos.
Com curadoria voltada a esse diálogo, o festival reúne artistas de sete países sul-americanos em apresentações, residências e oficinas nas áreas de música, cinema, teatro, literatura e artes visuais, promovendo intercâmbio, experimentação e aprendizado coletivo.
6 a 11 de Julho | 20 vagas
R$600,00 | R$300,00
Mais informações e inscrições aqui.
RESIDÊNCIA DE ARTES VISUAIS
A residência de artes visuais, conduzida por Baixo Ribeiro e Mariana Martins na Serrinha, parte de dois eixos: o acompanhamento dos processos individuais dos artistas e a compreensão das instituições culturais como um sistema vivo, atravessado por relações e trocas com o território.
Mantendo o formato das edições anteriores, a proposta se insere diretamente nos processos de criação dos participantes, entendendo a prática artística como uma forma sensível de leitura do contexto. Cada trabalho ativa dimensões próprias da Serrinha, revelando narrativas, tensões e conexões que escapam a análises convencionais.
Ao longo da residência, são mobilizados instrumentos do Método das Bordas, como escuta, mapeamento e identificação de potências. O processo resulta na elaboração de um texto crítico que reúne reflexões da experiência. Mais do que observação, a residência se configura como um campo de ativação, onde criação, convivência e investigação se articulam.
Mariana Martins, nascida em São Paulo em 1958, é artista com formação em arquitetura pela USP, mas com trajetória consolidada nas artes visuais. Seu trabalho mistura desenho, pintura, caligrafia e colagem, frequentemente explorando de forma crítica e irônica o significado dos diplomas, questionando sua relação com talento e reconhecimento.
Em 2004, fundou a Choque Cultural, espaço importante para a arte contemporânea no Brasil, que impulsionou novas linguagens e artistas. Também atuou como curadora, promovendo projetos relevantes, como exposições no MASP que deram visibilidade a artistas emergentes. Sua produção, tanto individual quanto colaborativa, reflete uma visão humanista da arte como ferramenta de conexão entre pessoas.
Baixo Ribeiro (José Carlos Ribeiro dos Santos, São Paulo, 1963) é curador, gestor cultural e diretor da Choque Cultural, com formação em arquitetura pela USP. Atua na interseção entre arte, cidade e tecnologia, sendo uma figura central na difusão da arte urbana contemporânea no Brasil.
Com extensa trajetória curatorial, realizou exposições e projetos de grande impacto no Brasil e no exterior, incluindo mostras no MASP e iniciativas internacionais em cidades como Basel, Londres, Paris e Nova York. Destacam-se programas de intercâmbio e exposições como “Ruas de São Paulo” na Jonathan LeVine Gallery (NY), projetos com a Stiftung Brasilea (Suíça) e colaborações com instituições europeias. Também desenvolve intervenções no espaço público, residências artísticas e programas como o Conexões Urbanas. Sua atuação inclui ainda publicações e projetos educativos, contribuindo para a formação de redes e o fortalecimento da cultura urbana em uma perspectiva colaborativa e multidisciplinar.
POLÍTICA DE MEIA-ENTRADA E BOLSAS:
Têm direito à meia-entrada estudantes, professores da rede pública, idosos, deficientes, pessoas autodeclaradas negras, indígenas e LGBTQIAP+.
O Festival Arte Serrinha oferece um programa de bolsas.
https://forms.gle/uEkBkP83FGz8QUVJ7
–
Mais informações:
https://www.instagram.com/arteserrinha/
atendimento.arteserrinha@gmail.com
+55 (11) 99903-1818
6 a 11 de Julho | 15 vagas
R$600,00 | R$300,00
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O DOC HUB propõe uma imersão no universo do documentário a partir da experiência de realizadores que integram essa aliança dedicada ao fortalecimento do cinema do real. O laboratório apresenta a trajetória de um filme documental desde sua concepção até a distribuição, por meio da exibição de obras e análise de seus processos de criação e produção.
Voltado a iniciantes ou interessados em narrativas baseadas na realidade, o projeto busca ampliar o repertório dos participantes ao explorar dimensões estéticas, técnicas e éticas do fazer documental. A proposta funciona como uma espécie de arqueologia do processo criativo, revelando os caminhos e escolhas por trás de cada obra.
Como desdobramento prático, os participantes poderão acompanhar ou integrar a equipe de filmagem de uma diária do filme “Rico Lins Em Cartaz” durante o festival, vivenciando de perto as etapas de produção e experimentando diferentes funções no set
POLÍTICA DE MEIA-ENTRADA E BOLSAS:
Têm direito à meia-entrada estudantes, professores da rede pública, idosos, deficientes, pessoas autodeclaradas negras, indígenas e LGBTQIAP+.
O Festival Arte Serrinha oferece um programa de bolsas.
Favor preencher o formulário:
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07 a 09 de Julho | 30 vagas
R$ 250,00 | R$125,00
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A oficina de poesia falada acontece ao longo de três dias e introduz os participantes às principais vertentes contemporâneas da oralidade poética, com foco nos poetry slams — batalhas de poesia que ganharam força em diversas comunidades ao redor do mundo e se consolidaram no Brasil desde 2008, especialmente entre o público jovem.
Conduzida por Roberta Estrela D’Alva e Luiza Romão, a atividade aborda aspectos históricos, cênicos e narrativos do slam, articulando teoria e prática. Por meio de exercícios, os participantes exploram a relação entre escrita, voz e corpo, desenvolvendo presença e expressão poética.
A programação inclui exibição de materiais audiovisuais, rodas de conversa e culmina em um sarau aberto à comunidade, incentivando a experimentação e a troca. A oficina propõe a poesia como prática viva, coletiva e acessível, estimulando novas formas de criação e escuta.
COLAGENS DO COTIDIANO
Partindo de uma notícia recente da imprensa, os participantes são convidados a construir um comentário visual autoral sobre o tema, utilizando referências extraídas da mídia impressa da semana — como notícias e anúncios — e elementos do cotidiano, como bilhetes de metrô, embalagens, bulas, panfletos e outros materiais gráficos presentes no dia a dia.
O workshop propõe exercitar o olhar crítico e a capacidade de síntese por meio da imagem, estimulando a criação de narrativas visuais que expressem uma opinião clara e pessoal. Ao trabalhar com materiais comuns, a prática valoriza seus significados simbólicos e sua potência expressiva, revelando novas leituras sobre a realidade.
A atividade é aberta a pessoas de qualquer área ou nível de formação. Não é necessário saber desenhar, mas é fundamental ter interesse por linguagem visual, repertório, criatividade e disposição para experimentar. O uso de câmera para registro é opcional.
Roberta Estrela D’Alva é atriz, diretora, diretora musical, curadora, pesquisadora e slammer. Bacharel em artes cênicas pela ECA-USP e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. É membro- fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (primeira companhia de Teatro Hip-Hop do Brasil) e do coletivo Frente 3 de Fevereiro (coletivo transdisciplinar que desenvolve ações simbólicas, produção de livros, documentários e investigações colaborativas acerca do racismo na sociedade brasileira.) É idealizadora e slammaster do ZAP! Zona autônoma da Palavra, primeiro poetry slam (campeonato de poesia) brasileiro e curadora do Rio Poetry Slam -FLUP, primeiro poetry slam internacional da América Latina. Juntamente com o coletivo Corposinalizante é fundadora do Slam do Corpo uma experiência pioneira com pessoas surdas e poesia em LIBRAS no Brasil. Dirigiu com Tatiana Lohmann o documentário Slam: Voz de Levante (2017) que recebeu o prêmio de melhor direção e o prêmio especial do júri no Festival do Rio – Rio de Janeiro Int’l Film Festival. É membro fundadora da WPSO – World Poetry Slam Organization. Juntamente com o escritor Marcelino Freire é curadora e roteirista das vídeo-instalação da nova sala Falares do Museu da Língua Portuguesa dedicada à Oralidade.
Luiza Romão é poeta, atriz e pesquisadora, autora de Sangria, Também guardamos pedras aqui (vencedor do Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Poesia e Livro do Ano) e Nadine. Bacharela em Artes Cênicas e mestra em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, onde atualmente realiza o doutorado, pesquisa as relações entre literatura e performance.
Seus trabalhos já circularam por importantes festivais no Brasil e no exterior, com apresentações na Argentina, Alemanha, Cuba, China, Espanha, Portugal, Suíça, Holanda, México, Costa Rica, França, Uruguai, entre outros.
POLÍTICA DE MEIA-ENTRADA E BOLSAS:
Têm direito à meia-entrada estudantes, professores da rede pública, idosos, deficientes, pessoas autodeclaradas negras, indígenas e LGBTQIAP+.
O Festival Arte Serrinha oferece um programa de bolsas.
Favor preencher o formulário:
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atendimento.arteserrinha@gmail.com
+55 (11) 99903-1818
09 a 11 de Julho | 15 vagas
R$300,00 | R$150,00
Mais informações e inscrições aqui.
Colagens do Cotidiano
Tendo como ponto de partida uma notícia da imprensa do dia, os participantes deverão traçar um comentário pessoal sobre o fato se valendo de referências visuais extraídas da mídia impressa da semana (notícias, anúncios) e de elementos do cotidiano (de bilhetes de metrô, às embalagens, bulas, panfletos e objetos do dia-a-dia).
O objetivo do workshop é exercitar a construção de um comentário visual sobre a atualidade com uma opinião clara, pessoal e própria, valendo-se apenas de materiais, objetos e informações gráficas que compõem nosso cotidiano e explorando seus significados e sua força expressiva.
Pré requisitos: Aberto para candidatos de qualquer área e nível de formação, desde que tenha boa informação e repertório visual, criatividade, ousadia e agilidade. Não é necessário saber desenhar, mas saber pensar visualmente é fundamental. Sobre a técnica utilizada: Materiais para colagem, além de objetos pessoais, referências gráficas, papéis e texturas com as quais lidamos no dia-a-dia. É optativo o uso de câmera digital para registro de referências ou fotos de ilustrações tridimensionais.
Rico Lins é formado pela ESDI, Rio, em 1979 e com Master pelo Royal College of Art de Londres, é membro da AGI – Alliance Graphique Internationale, com longa carreira internacional onde combina atividades profissionais e didáticas. Designer, diretor de arte, ilustrador, educador e curador, aturou nas últimas três décadas entre Paris, Londres, New York, Rio e São Paulo para CBS Records, NY Times, Newsweek, Time, MTV, TV Globo, Grupo Abril, Natura, SESC, Museu da Língua Portuguesa, além de inúmeras editoras. Como educador, ministra oficinas de criação e palestras no Brasil e no Exterior, foi professor da NY School of Visual Arts, do Instituto Europeo de Design SP e atualmente é coordenador de curso na EBAC SP. Teve exposições individuais no Centro Pompidou-Paris; MAC-SO; MAM-Rio; Instituto Tomie Ohtake (Prêmio APCA 2009), Museu da República-Brasília e Museu da Casa Brasileira. Curador entre outras das exposições “Brasil em Cartaz” no Polo Gráfico de Chaumont, França 2005; “Conexões/Connexions” no Sesc Pompeia 2009; “Sustentabilidade: e eu com isso?” na Bienal Brasileira de Design 2010 e “Ponto de Vista” na Caixa Cultural 2012-15. Publicado internacionalmente nas principais revistas e livros especializados, recebeu entre outros prêmios as medalhas de outro do NY Art Directors Club e da Society of Publication Designers. Foi um dos organizadores da conferência AGI Open no Auditório Ibirapuera em São Paulo, no ano de 2014.
POLÍTICA DE MEIA-ENTRADA E BOLSAS:
Têm direito à meia-entrada estudantes, professores da rede pública, idosos, deficientes, pessoas autodeclaradas negras, indígenas e LGBTQIAP+.
O Festival Arte Serrinha oferece um programa de bolsas.
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13 a 18 de Julho | 15 vagas
R$ 300,00 | R$150,00
Mais informações e inscrições aqui.
Nesta oficina, os participantes construirão um Metawe, um vaso de cerâmica tradicional Mapuche, sob a orientação de Yimara Praihuan, artista Mapuche contemporânea. Por meio dessa experiência prática, os participantes explorarão a história dessa peça e sua profunda conexão com o território, a memória e a espiritualidade do povo Mapuche. Simultaneamente, a oficina incluirá a construção de um forno escultural, sob a direção do artista Juan Holguín, culminando na queima das peças em uma fogueira coletiva.
A experiência é complementada por sessões de reflexão com vídeos documentários e a apresentação do livro “Um olhar sobre Itrofillmongen a partir do Metawe Mapuche”, em versão bilíngue português-espanhol-mapudungun, ampliando o diálogo entre criação, conhecimento ancestral e intercâmbio intercultural.
Yimara Rayen Praihuan é uma artista mapuche radicada no setor rural de Pucura, na Região de Los Ríos, Chile. Desde este território, e em diálogo com suas práticas e memórias, é cofundadora da Rag Mapu, Atelier e Galeria de Artes, espaço fundado em 2016 que se consolidou como um ponto de encontro para a criação, a pesquisa e a divulgação de diversas experiências artísticas com enfoque em arte comunitária. Sua formação artística se desenvolveu na Universidade Nacional de La Plata (UNLP), Argentina, e complementa sua
trajetória com estudos em Gestão Cultural na Universidade Tecnológica Metropolitana (UTEM), integrando criação, pesquisa e mediação cultural desde uma perspectiva situada.
Juan David Holguín é artista plástico e escultor colombiano, radicado no Chile desde 2019. É cofundador da Rag Mapu, Taller y Galería de Artes, espaço dedicado à criação, pesquisa e divulgação de práticas artísticas com enfoque comunitário. Sua formação começou na Escola de Artes Débora Arango (Colômbia), onde se especializou em Artes Visuais, e posteriormente continuou seus estudos na Universidade Nacional de La Plata (UNLP), Argentina, na disciplina de Escultura. Em 2022 obteve a pré-seleção ao Selo de Excelência à
Artesania do Chile. Tem participado como expositor em diversos encontros e espaços de circulação artística, desenvolvendo uma obra que vincula relatos, memória e experiências de viagem .
Claudio Guerra Rojo é formado em Design Gráfico, atuou como produtor audiovisual de 2000 a 2017, e desde 2013 é ceramista. Nestes mais de 15 anos de carreira como ceramista, tem participado de diversas feiras e mostras coletivas no circuito da cerâmica chilena, como a Feira “Pura Cerámica”, Feira “Puro Gres” (organizada pela Prefeitura de Las Condes/Santiago), e recentemente na Fab Chilena – Feria de Cerámica Contemporánea, organizada pela Galeria Biofilia no Centro Cultural Gabriela Mistral. Também é professor de cerâmica. Sua especialidade é a cerâmica gres contemporânea, combinando formas tradicionais e das culturas originarias do Chile, dando uma marca atual. Ressalta a sua particular técnica de aplicacao de esmaltes como selo de sua proposta estétitca processos criativos, técnicos e de construção.
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13 a 18 de Julho | 25 vagas
R$ 250,00 | R$125,00
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“Do texto ao corpo: experimentação de pequenas cenas a partir de trechos da obra de Mário de Andrade. Serão dois dias de improvisação e um dia para apresentação pública do processo: a construção coletiva de uma leitura performativa de Macunaíma.
Pascoal da Conceição, 72 anos, nasceu na Zona Leste de São Paulo, em uma família multirracial — filho de pai negro e mãe branca — numa vivência marcada pela diversidade e pelas tensões sociais do Brasil urbano. Por mais de uma década foi funcionário de carreira no Banco do Brasil. Nos anos 80, optou por se dedicar integralmente ao teatro, à arte e à militância cultural e política. Desde então foi membro atuante na defesa, tombamento, desapropriação e reconstrução do Teatro Oficina Uzyna Uzona, onde trabalhou como administrador, produtor, articulador político e cultural e ator. Fundador da ASSOCIAÇÃO TEATRO OFICINA UZYNA UZONA, em 1993 reabriu o novo espaço com o espetáculo Ham-let, de William Shakespeare, sob direção de José Celso Martinez Corrêa. Associado da Cooperativa Paulista de Teatro e do Sindicato de Artistas e técnicos de São Paulo, sempre presente nas lutas dos trabalhadores da cultura. No teatro, foi parceiro de Zé Celso, Bibi Ferreira, Maria Alice Vergueiro, Carlos Alberto Soffredini, Gabriel Villela, Felipe Hirsch e mais diretores e diretoras com quem trabalhou no teatro. Na televisão, foi ator em produções Gabriela, O Astro, Um só coração, JK e professor no Telecurso 2000. Destacou-se por personagens emblemáticos como o Dr. Abobrinha, do Castelo Rá-Tim-Bum (TV Cultura), e Mário de Andrade nas minisséries Um Só Coração e JK, da Rede Globo. Sua atuação artística é movida pelo compromisso de ser referência e inspiração para os que se veem diante dos desafios econômicos, de gênero e do racismo, estimulando o enfrentamento dos preconceitos e a superação das desigualdades sociais. Performatizou vestido como personagem manifestações em defesa da educação e professores, Parada LGBTQIA+, Marcha da Consciência Negra, como Doutor Abobrinha esteve na Câmara Municipal de São Paulo e se juntou ao povo do movimento SEM TETO, acampado na rua Maria Paula, pela votação de plano diretor da cidade. Nas Ocupações Estudantis, manifestações do ELE NÃO… Foi CAMPEÃO DO CARNAVAL em 2024, defendendo o teatro, abriu o desfile como Mário de Andrade, na comissão de frente da Escola de Samba Mocidade Alegre de São Paulo, vencedora.
POLÍTICA DE MEIA-ENTRADA E BOLSAS:
Têm direito à meia-entrada estudantes, professores da rede pública, idosos, deficientes, pessoas autodeclaradas negras, indígenas e LGBTQIAP+.
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20 a 24 de Julho | 20 vagas
R$ 300,00 | R$150,00
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Entre os dias 20 e 24 de julho, os participantes vivenciarão cinco masterclasses dedicadas à música sul-americana, conduzidas por Juan Falú (Argentina), Jorge Glem (Venezuela), Miguel Ballumbrosio (Peru), Urian Sarmiento (Colômbia), Lara Barreto e Juanjo Corbalán (Paraguai). A proposta é compartilhar a diversidade musical do continente, explorando tradições e trajetórias culturais ainda pouco conhecidas no Brasil. Com forte vínculo tanto com suas raízes quanto com o universo contemporâneo, os artistas convidados promoverão trocas interculturais e diálogos musicais inéditos. Ao longo do programa, os participantes também terão momentos de prática coletiva, a partir dos conteúdos desenvolvidos, além de acompanhar os ensaios diários do concerto final, dirigido por Benjamim Taubkin, que acontecerá no dia 26 de julho, no Centro Cultural Serrinha.
20 a 23 de Julho | 20 vagas
08h às 12h e 14h às 18h
R$ 250,00 | R$125,00
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Trata-se de uma vivência prática na qual os participantes irão intervir na paisagem e realizar uma série de manejos, buscando compreender de que forma os seres humanos podem participar do metabolismo da floresta, dinamizando seus mecanismos regenerativos a partir de um olhar que também considera a dimensão estética.
A vivência se inicia com um período de observação no território da Serrinha, seguido por uma apresentação da trajetória do proponente como paisagista e de referências de outros paisagistas que o inspiram. Essa etapa introdutória está prevista para o primeiro dia.
Os dois dias seguintes serão dedicados integralmente à prática, culminando na criação e implementação de um jardim no espaço da fazenda.
Trata-se de uma experiência voltada a pessoas que desejam efetivamente colocar as mãos na terra. Não há exigência de experiência prévia, sendo necessária apenas disposição para o trabalho em campo.
Marcelo Delduque Silveira é paisagista e educador. Eventualmente, fotógrafo e editor, utilizando a fotografia e a comunicação como ferramenta nesses ofícios e como instrumento de desvarios poéticos. Vive entre andanças pela Mata Atlântica e muvucas na Fazenda Serrinha, no ofício de aumentar e conectar fragmentos florestais e agroflorestais, espalhando essa ideia até depois de onde a vista alcança. Entre os projetos editoriais, gosta de destacar o livro “Amazônia – Prata – São Francisco: União d’águas, o imaginário das grandes bacias fluviais brasileiras”, organizado em parceria com Bené Fonteles, finalista do prêmio Jabuti 2014, e a exposição “Olarias”, um retrato do ofício e da vida dos oleiros da região de Bragança Paulista. Também atua regularmente em projetos de livros com o fotógrafo Araquém Alcântara (coordenação editorial, pesquisa e textos). Toca o dia a dia da fazenda, cuidando com especial carinho dos programas relacionados à regeneração da paisagem e dos processos educativos. É um dos criadores do Festival Arte Serrinha, que acontece desde 2002 na fazenda. Também realiza projetos em outras terras, emprestando o olhar para ocupação regenerativa de paisagens, com foco em um conceito que tem desenvolvido ao longo dos últimos anos, que denomina paisagismo regenerativo ou sintrópico, unindo processos de regeneração da terra com estética.
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21 a 25 de Julho | 20 vagas
R$ 300,00 | R$150,00
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A oficina “Deixe a tanga voar: imagens em deriva”, idealizada pela artista visual Joana Lira, integra a programação do Festival Arte Serrinha se inspira na brincadeira e na espontaneidade do tema “Portunhol Selvagem”, da 24a edição do evento. A proposta cria um espaço coletivo de experimentação visual a partir de uma linguagem híbrida e de um território em constante construção. Por meio de um mergulho gestual, investiga questões de identidade e pertencimento, compreendendo a criação como um processo vivo que emerge do encontro entre pessoas, referências e formas de expressão. Ao valorizar o improviso, a prática colaborativa e o desprendimento de estruturas rígidas, convida os participantes a permitir que as imagens se desenvolvam ao longo do percurso, afirmando o fazer artístico como um campo divertido, aberto, dinâmico, por vezes debochado, e em permanente transformação.
O desenvolvimento da oficina se dá por meio de exercícios que atuam como campo de experimentação e familiarização com a linguagem de síntese iconográfica, aplicada à técnica do estêncil na construção de imagens. Nesse percurso, a prática estimula a elaboração de sentidos a partir da troca e da escuta, em que cada gesto individual é atravessado pelo outro. À medida que o repertório visual se amplia, abre-se a possibilidade
de desdobramentos em composições mais amplas, nas quais as imagens podem vir a se encontrar, se sobrepor e se transformar em um mural coletivo, explorando relações entre elementos e espaço.
Joana Lira é artista visual e designer multidisciplinar, nascida em Recife, cuja produção exalta a vivacidade da cultura brasileira a partir de sua essência pernambucana, traduzida de forma contemporânea e autoral. Sua pesquisa iconográfica se desdobra em identidades visuais, estampas, ilustrações, cenografias e murais. Independentemente de forma e escala, seus projetos carregam o desejo de proporcionar experiências transformadoras, evocando uma identidade cultural ligada a sensações de afeto e pertencimento. Durante 10 anos, trabalhou na cenografia do carnaval do Recife, experiência registrada no livro “Outros carnavais” (DBA, 2008). Realizou exposições no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo) e no Cais do Sertão (Recife), integrou mostras na Alemanha, China, Bélgica e Espanha e, em 2026, recebeu Ouro no Prêmio Brasileiro de Design. Vive e trabalha em São Paulo.
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Dias 6, 8, 10, 13, 15, 17, 20. 22 e 24 de Julho
20 vagas | R$50,00/dia
Maiores informações e inscrições aqui.
( Crianças da Serrinha, Morro Grande e Água Comprida gratuito )
Encontro arte e natureza
Nos nove dias de oficinas, vamos explorar as tecnologias presentes no ambiente natural, em busca de matérias e materiais que inspirem e sustentem nossas criações artísticas.
Experimentaremos com tintas minerais e vegetais, carimbos de folhas e madeira, suportes feitos de terra, pedras e fibras naturais.
Usaremos gizes e argilas coloridas, barro, troncos e bambus — elementos da bioconstrução — como ferramentas e também como linguagem.
A natureza será ateliê!
Sobre Zá Szpigel
Cursou Artes Plásticas na FAAP. Sempre caminhou com um pé na arte e outro na educação, escolas e instituições culturais. Nos últimos tempos, tem investigado as relações entre a arte e o brincar. Atualmente trabalha na Usina de Aprendizagens do Colégio São Domingos, lugar que possibilita entrelaces entre os percursos de criação de crianças e educadores, que enriquece as relações entre a arte e a vida. Integra o Coletivo Oquecabeaqui? , um ateliê móvel que leva pra diversos lugares arte, cultura e livre brincar para crianças e adolescentes.
Dia 6 , 19h- Filme “A Planta” de Beto Brant seguido de debate com o diretor e a produtora Yael Steiner
Dia 7 , 19h– Filme “Slam: Voz de Levante” de Tatiana Lohmann
Dia 8 , 19h – Filme “O Pai e o Pajé” de Luis Villaça e Felipe Tomazelli seguido de debate com os diretores
Dia 15, 21h – Performance Ava Rocha
Dia 16, 20h – Mesa “Portunhol Selvagem” com Xico Sá, Douglas Diegues e Ava Rocha
Dia 23, 20h – Mesa com os músicos participantes da residência:
Juan Falu (Argentina) , Jorge Glem ( Venezuela), Urian Sarmiento (Colômbia),Miguel Balumrósio (Perú) , Juanjo Corbalan (Paraguai) , Lara Barreto (Paraguai) , Benjamim Taubkin (Brasil), Aline Gonçalves (Brasil) e Vanessa Ferreira (Brasil)
FAZENDA SERRINHA
• Anaïs Sylla
6 de setembro, 17h (gratuito)
GALPÃO BUSCA VIDA
• Brasividades (Feijão Social Club)
6 de setembro, 22h
• Fina Seleta
13 de setembro, 22h
• Baile do Busca
20 de setembro, 22h
Mais informações aqui.
SESC PINHEIROS
• Lionel Suarez (FRA) e Toninho Ferragutti (BRA)
21 de setembro, 18h
Mais informações aqui.
A inscrição nas atividades não inclui hospedagem e alimentação.
A programação do Festival acontece na Fazenda Serrinha, no Centro Cultural Serrinha e no Galpão Busca Vida.
Temos estacionamento no local!










A inscrição nas atividades não inclui hospedagem e alimentação.
As cidades de Bragança Paulista e Piracaia também oferecem diversas opções de hospedagem que ficam a cerca de 15km de distância do Festival.